Contratar uma empresa de terceirização não é apenas uma decisão operacional, é uma decisão estratégica.
Seja para o setor de facilities, tecnologia da informação (TI) ou BPO, transferir uma atividade-meio para terceiros significa ganho de produtividade e redução de custos.
Porém, o barato pode sair muito caro. Uma escolha equivocada resulta em passivos trabalhistas, danos à reputação e interrupção dos serviços.
Saiba escolher uma empresa de terceirização confiável, garantindo que a parceria traga resultados sustentáveis e esteja blindada juridicamente.
Verifique a saúde financeira e fiscal da prestadora de serviços:
A confiabilidade de uma empresa não se mede apenas pelo portfólio, mas pelos números. Um fornecedor financeiramente instável atrasará salários, recolhimentos de FGTS e INSS, gerando responsabilidade subsidiária para o contratante.
Utilize ferramentas de due diligence:
- Certidões Negativas: exija a CND Federal (PGFN), Certidão de Regularidade do FGTS (CRF) e certidões estaduais/municipais;
- Capital Social: compare o capital social da empresa com o valor do contrato. Um capital social muito baixo em relação ao risco da operação é um sinal de alerta;
- Balanço patrimonial: empresas confiáveis fornecem balanços auditados, demonstrando liquidez para suportar a folha de pagamento em caso de atrasos do contratante.
Realize uma auditoria de compliance trabalhista:
O maior risco da terceirização é o passivo trabalhista. Ao escolher, analise a empresa sob a ótica do compliance:
- Histórico de reclamações: consulte o TST e TRTs regionais. Um alto índice de ações trabalhistas indica má gestão de pessoas ou descumprimento de cotas (como a Lei de Aprendizagem ou PCD);
- Controle de jornada: a empresa utiliza sistemas de ponto digital auditáveis e com assinatura certificada? Isso evita horas extras indevidas;
- Benefícios e convenção coletiva: a proposta comercial está aderente à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) correta? Muitas empresas erram o enquadramento sindical para baixar preços, gerando passivo retroativo.
Avalie a capacidade operacional e a “saúde da equipe”:
Uma prestadora confiável não é um “CNPJ de aluguel”. Visite a sede da empresa e, se possível, operações ativas. Observe:
- Qualidade da gestão: existe um supervisor ou gestor de contrato dedicado? A empresa investe em treinamento e reciclagem?;
- Política de retenção: pergunte abertamente sobre a taxa de rotatividade. Um turnover altíssimo corrói a qualidade do serviço e revela más condições de trabalho.
Estrutura contratual e garantias
A confiança se materializa no contrato. Desconfie de “contratos de gaveta” genéricos. Um parceiro sério discutirá cláusulas como:
- Acordo de nível de serviço (SLA): métricas objetivas de desempenho com previsão de descontos ou penalidades claras;
- Prevenção de vínculo: o contrato deve proibir expressamente a subordinação direta dos funcionários terceirizados ao gestor do contratante.
Sinais de alerta:
Ao buscar orçamentos, fuja de empresas que apresentam os seguintes sintomas:
- Preço muito abaixo do mercado: se o valor cobrado mal cobre a convenção coletiva e os encargos, a sonegação ou o descumprimento de leis são certos;
- Resistência à auditoria: se a empresa se recusar a mostrar documentos fiscais ou trabalhistas de forma transparente durante a concorrência, a relação não será diferente após a contratação;
- PJ sem estrutura: empresas que operam em espaços de coworking rotativos, sem um backoffice robusto para processar uma folha de pagamento complexa, representam um risco operacional gigantesco.
Higicorp: terceirização de serviços
Na Higicorp, aplicamos os critérios que você acabou de conhecer como pilares do nosso negócio. Não apenas orientamos nossos clientes a serem criteriosos, nós vivemos esses padrões diariamente.
Se a sua empresa busca uma prestadora que encare a auditoria de compliance como parte do serviço, e não como obstáculo, fale com a Higicorp. Solicite uma proposta e descubra como é simples terceirizar com a confiança de quem entende o seu negócio.
